A líder absoluta em causas de afastamento no trabalho é a dor nas costas, responsável por quase 160 mil licenças anuais, mostra o levantamento feito pelo iG Saúde no site do Ministério da Previdência Social. (Fonte: IG Saúde)
Aprofundando mais no assunto, vimos que segundo um estudo realizado na Universidade da Austrália Ocidental, a pesquisa afirma que pessoas que se conformam em trabalhar em empregos insatisfatórios têm mais chances de sofrer de dores persistentes nas costas.
Aprofundando mais no assunto, vimos que segundo um estudo realizado na Universidade da Austrália Ocidental, a pesquisa afirma que pessoas que se conformam em trabalhar em empregos insatisfatórios têm mais chances de sofrer de dores persistentes nas costas.
Participaram
da pesquisa 169 pessoas que haviam apresentado pela primeira vez um episódio de
dor lombar não específica. Elas foram acompanhadas e avaliadas ao longo de seis
meses. Segundo a equipe, o trabalho teve foco nesse tipo de dor, pois ela foi
mais comumente relatada do que dores no pescoço, por exemplo. De todos os
participantes, 64 foram classificados como portadores de dores nas costas
permanentes.
"Todo
mundo tem dores nas costas ocasionais, mas nós estamos preocupados com essas
pessoas quem têm dores não específicas que duram semanas e têm sérias
consequências”, diz Markus Melloh, um dos autores do estudo. "É um círculo
vicioso que precisa ser quebrado." Quando a dor aumenta e se torna persistente,
o trabalho se torna ainda mais penoso. (Fonte: Revista Veja)
Click
Talentos RH ficou interessado no assunto e, correu atrás de informações que
poderão ajudar você que sofre de dores na coluna. Sabemos que é impossível
conviver feliz sentindo dores,
principalmente coluna que é a nossa estrutura e, precisamos cuidar muito bem
dela.
Pensando em você
leitor do blog, segue um artigo muito interessante pesquisado pelo Professor
Especialista Diego Spinelli , Consultor de Fitness, Especialista em recuperação musculoesquelética e Personal Trainer.
A Organização
Mundial de Saúde (OMS) estima que aproximadamente 80% dos adultos sofrerão pelo
menos uma crise aguda de dor nas costas (lombalgia aguda) durante sua vida, e
que 90% dessas pessoas apresentarão mais de um episódio. Levando em
consideração o estilo de vida que levamos atualmente, com varias horas de
trabalho sentado na frente do computador (com uma postura inadequada), em pé,
posturas erradas em casa mesmo (sentado no sofá, na hora de dormir, nos
afazeres domésticos e etc.), isso tudo desencadeia uma desordem em nossa
estrutura musculoesquelética em longo prazo, gerando dor aguda ou crônica,
desconforto, estresse, e até em alguns casos danos mais severos de origem
degenerativa, tais como: Hérnia de disco, protrusão, degeneração, artrose e
etc.
Façamos um
comparativo, nossa coluna vertebral tem a mesma função de uma coluna de um
prédio, que tem por objetivo sustentar toda estrutura que está envolta dela, se
em algum momento essa estrutura tem um desarranjo, todo o envolto sofre consequências.
10 dicas para
manter sua coluna saudável em casa ou no ambiente de trabalho:
1. Em pé - manter
um pé adiante do outro, com os joelhos discretamente fletidos, alivia a pressão
sobre sua coluna.
2. Sentado -
sentar com os joelhos um pouco mais altos que os quadris, dando assim um bom
apoio para a sua coluna.
3. Pegando
objetos mais altos - suba em um banco ou escada para alcançar objetos que estão
acima do nível dos seus ombros (principalmente o público da terceira idade).
4. Carregando
objetos pesados - para sua coluna, empurrar é mais fácil que puxar. Use seus
braços e pernas para iniciar o empurrão. Os cuidados maiores ao lidar com pesos
devem ser nos movimentos de rotação do corpo, levantamentos do peso e flexão da
coluna. Se você precisar levantar algo pesado, peça ajuda.
5. Erguendo
objetos - apoie-se em um joelho, com o outro pé firme no chão, o mais perto
possível do objeto a ser levantado. Faça força com as pernas e abdômen, não com
as costas, e mantenha o objeto todo o tempo próximo do seu corpo.
6. Carregando
coisas - dois volumes pequenos, um de cada lado, são mais fáceis de carregar
que um grande. Se você precisar carregar um objeto grande, segure-o perto do
corpo.
7. Dormindo -
deitar de costas coloca 25 kg. de pressão na sua coluna. Colocar um travesseiro
sob os joelhos reduz esta pressão para a metade. Deitar de lado com um
travesseiro entre os joelhos também.
8. Controle seu
peso - o peso adicional coloca sobrecarrega sua coluna. Manter-se um pouco
abaixo do seu peso ideal lhe dá uma coluna mais saudável.
9. Deixe de
fumar - fumantes tem mais tendência de apresentar dor nas costas que não
fumantes, pois a nicotina diminui o fluxo de sangue para os discos, que
amortecem os impactos nas vértebras.
10. Para as
pequenas dores nas costas - trate dores pequenas com anti-inflamatórios e
alongamentos leves, seguidos de uma compressa fria. (Não tome nenhum tipo de
remédio sem antes entrar em contato com o seu médico).
Além dessas
dicas, o Professor Diego Spinelli alerta que a prática de exercícios físicos é
fundamental. Ele indica para pessoas com
esse diagnóstico devem focalizar parte
de seu exercício nos grupos musculares que suportam a coluna. O alongamento e
fortalecimento da musculatura do abdômen, para vertebral (musculatura profunda
da coluna), costas, pelve e coxas é muito importante. Flexibilidade nestas
áreas pode diminuir o risco de novas lesões e dor, e o fortalecimento desses
músculos ajuda a distribuir melhor o peso corporal, além de melhorar a postura,
diminuindo o estresse sobre a coluna.
Outro alerta
informado por ele: Procure sempre um
acompanhamento de um profissional de Ed. Física, que é o profissional mais
qualificado para instruir você nessa prática.
"Seja o melhor
profissional de sua área, mas tenha saúde. Cuide-se!"
Atenção: O
conteúdo deste artigo é um serviço de informação e não pode substituir uma
consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.
1.
Natour J. e colaboradores. Coluna
vertebral – Conhecimentos básicos. Sociedade brasileira de reumatologia. Ed.
Etcetera, 2004.
2.
Mcgill
S. PhD. Core Training: Evidence translating to better performance and injury
prevention. Strength and Conditioning journal 32 (3). 2010.

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